"....sinto-te nos meus dedos,nos meus lábios, na minha pele, no meu coração..."
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
sábado, 26 de janeiro de 2013
É bom poder ainda receber as tuas
mensagens. É tudo o que tenho e acostumei-me a isso, a receber mensagens tuas…o
meu coração espera ansiosamente por uma mensagem, dispara assim que ouve o som
da chegada da mesma…é automático. Penso logo que só podes ser tu.
Não sabes, mas passo muito tempo
à espera duma mensagem tua…fico horas e horas a olhar para o ecrã do telemóvel
em busca das tuas palavras…é uma das únicas formas que nos resta para matarmos
saudades e sabermos um do outro.
Sabes, eu sei que um dia tudo vai
mudar. Tudo muda…nós já mudámos…e tudo acaba, tudo se perde.
E a distância
entristece-nos, ela atrapalha tudo, sempre atrapalhou um pouco.
Tenho pena de pensar que as
coisas não vão correr bem, por algum motivo sempre pensei isso, queria que
fossem fáceis e eternas…mas será que poderá ser assim?
Tu dizes que vais cuidar de mim e
que gostavas de ficar comigo para o resto da tua vida, eu tento acreditar que
isso é possível, mas algo me diz que isso é uma ilusão…
Eu gostava de poder saber que sou a
primeira pessoa que pensas quando acordas, e a ultima que te lembras quando
vais dormir…mas também não me quero iludir, tenho medo de me tornar dependente,
não posso…acho que nunca fui tão insegura em relação a uma pessoa.
Penso sempre que vais acabar por
encontrar alguém melhor, alguém que esteja ai perto de ti, que te possa dar
mais carinho e atenção, que te possa abraçar…se um dia resolveres ir embora, eu
vou estar preparada.
Sabes que toda a esta situação me magoa, por mais que tente
aceitar e volte atrás, sabes que me faz sofrer e me custa aceitar que as
coisas tenham que ser assim.
Se o faço é porque te amo, é porque quero que fiquemos
realmente juntos…é porque acredito que pode resultar e vai resultar.
Por outro lado, tento todos os dias ganhar forças para isso,
para aguentar mais um dia, para pensar que pensas em mim e que gostas de
mim…para acreditar que tudo isto vale a pena…mas sabes que custa.
Os dias vão
passando, as semanas vão passando…os meses vão passando e custa-me olhar para
trás e ver que tudo continua assim e que teremos que esperar mais…é normal que
me sintas distante, triste e sem vontade para falar…tudo isto me enfraquece.
Um dia vais acabar por me perder…um dia eu vou acabar por te
perder.
Ou um dia…voltaremos para os braços um do outro, mas não
temporariamente…
e sim, para sempre.
E até lá?...esperamos?...sofremos?
Aguentamos
E até lá?...esperamos?...sofremos?
Aguentamos
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absurdas confidências,
de mim para ti,
desespero vulcânico
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Que sempre existam
almas para as quais o amor seja também o contacto de duas poesias, a
convergência de dois devaneios. O amor, enquanto amor, nunca termina de
se exprimir e exprime-se tanto melhor quanto mais poeticamente é
sonhado. Os devaneios de duas almas solitárias preparam a magia de amar.
Um realista da paixão verá aí apenas fórmulas evanescentes. Mas não é
menos verdade que as grandes paixões se preparam em grandes devaneios.
Mutilamos a realidade do amor quando a separamos de toda a sua
irrealidade.
Gaston Bachelard, in ' A Poética do Devaneio
Gaston Bachelard, in ' A Poética do Devaneio
sábado, 5 de janeiro de 2013
A nossa história de amor...ou desamor.
Eles amam-se. E então…qual o
problema? Todos á sua volta sabem disso. Mas eles não conseguem ficar juntos,
pelo menos agora não. Mas porquê? se se amam. Complexo. Quase impossível. Ele
continua a viver a sua vida e ela continua idealizando a sua. Alguns dizem que
eles jamais dariam certo. Outros dizem que foram feitos um para o outro. Eles
preferem não dizer nada, pois sabem o que sentem um pelo outro. Preferem meias
palavras e milhares de coisas não ditas. Ela quer atitudes, ele diz que quer
ficar com ela. Todas as noites ela pensa nele, e todas as manhãs ele pensa
nela. E assim vão vivendo até quando a vontade de estar com o outro for maior
do que os outros. Enquanto o mundo vive lá fora, dentro de cada um ainda existe
um pedaço do outro. E mesmo sorrindo por ai, cada um sabe a falta que o outro
faz. Nunca mais se viram como antes, e pouco ou quase nunca estão juntos e
nunca mais serão os mesmos. É fácil porque os dias passam rápido, é difícil
porque o sentimento fica, vai ficando e permanece dentro deles. E todos os dias
eles perguntam o que fazer mas não sabem bem o que decidir. E imaginam os abraços, as noites passados em
claro a conversar, os beijos profundos e os sorrisos. E que no momento certo se
reencontrem e que nada, nada seja por acaso. Ela chora por poder voltar a
sentir que realmente é dele e só dele. Ele deseja o mesmo mas continua com
medo. Mas ela quer amá-lo agora, quer
ficar junto dele agora…será que há uma altura certa para amar?...Ela vive com os
erros do passado que prendem o presente e o possível futuro deles os dois. Ele
já lhe deu tudo isso, sofreu e desiludiu-se…e agora? Agora ela chora todos os
dois, porque não aguenta este sofrimento. Esta é a história deles…uma história
que espera pelo amor…ou será que ficará pelo desamor?...nem eles sabem o que o
futuro os reserva, esperando apenas voltarem a estar nos braços um do outro…não
mais uma vez, mas para sempre e de vez.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
sábado, 20 de outubro de 2012
domingo, 7 de outubro de 2012
“If
I have not met you that day, then I wouldn’t have experienced that pain
and sadness, and memories filled with tears. But, if I had not met you,
I also wouldn’t have experienced that joy, excitement, preciousness,
and the feeling of absolute happiness. How are you now? I… continue to
love the vast blue sky… You’re missing me, aren’t you? I
have to live happily on and move forward now.The happy times I spent with you haven’t
become memories. It’s because, even though I don’t have you by my side, i still love you more and more. From this day, and always, this love
will last… forever.”
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Outrora um rapaz cheio de sonhos,
era diferente de toda esta sociedade egoísta e materialista…parecia vindo de
outro planeta. Tinha outros valores, outras lutas e outras conquistas, era
alguém único no mundo.
Coração bondoso, alma tão doce e
carinhosa, quase que parecia irreal num mundo tão cruel e corrupto.
Captava a atenção de qualquer
pessoa…todos á sua volta se faziam rir e sentiam-se felizes ao seu lado.
Ele era o sonho de qualquer pessoa…o tão
desejado e imaginado “bom rapaz”.
Era admirado e elogiado por
todos, olhado com respeito, orgulho e devoção.
Não haviam elogios suficientes
para descrever aquela pessoa…era “um anjo de outro planeta”, era assim que eu o
descrevia.
Mas um dia ele é acidentalmente apunhalado,
de uma forma tão violenta que nada é igual depois disso, assim foi obrigado a
mudar.
Depois de tal fatalidade torna-se
num rapaz completamente transformado…e deixou de ser o “bom rapaz”.
Todas as fatalidades que havia
sofrido tiveram que o mudar, o seu coração congelou, todo o seu calor tornou-se numa coisa
fria e gelada.
Escondeu todas aquelas emoções e
memórias, tornou-se reservado, fechado…deixou- de emanar amor, alegria e todos aqueles sonhos.
Ela…foi ela que o deixou assim,
foi ela que o tornou naquela nova pessoa.
Naquela pessoa tão diferente…tão
mais “madura” e “realista”… alguém que sofrera muito, alguém que sentia o
coração pisado…alguém com uma armadura, com uma fechadura…alguém com uma
máscara de pedra.
E assim deixas-te de ser o meu
anjo…mas o meu príncipe da máscara de pedra.
Espero um dia ajudar a desvendar
o que está por debaixo dessa máscara, que sentimentos e angustias escondes.
Espero um dia conseguir ajudar-te
a partir esses bocado de pedra…que tanto peso te causam no coração.
Espero um dia voltar a amolecer
esse gelo e vir a dar-te novas alegrias.
Espero um dia voltar a ver aquele
anjo…que um dia me prometera ajudar a ver qual o meu caminho e a minha
identidade…juntos prometemos enfrentar esse trilho de mãos dadas.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Finalmente o teu muro de pedra fez-se cair.
Deixas-te escapar todas aquelas pedras, tão pesadas e cheias de coisas.
Há muito que o tentava quebrar, com imensa dificuldade e sem ver quaisquer resultados.
Eu tão frágil, tentando quebrar o teu muro, cheio de areia, pedras e gelo...fiquei sem forças.
Não foi preciso fazer mais nada...sem mais nem menos, sem eu já tentar ou pedir, ele desfez-se nas minhas mãos.
Podia ajudar a montar as peças, a formar um novo muro...um muro não...desta vez seria uma ponte.
Mas agora sou eu que não sei se é isso que quero.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
De mim para Ti.
(Clica no play e lê o texto ao som desta bela música)
A verdade é que à muito tempo que não me sais da cabeça.
Aposto que não sabes como tudo começou…pois então, eu vou-te contar e assim vamos partilhar a nossa história.
(…)
Era uma tarde solarenga, uma daquelas tardes de verão onde se viam imensas pessoas nas esplanadas e crianças na rua a brincar.
Não vou esconder que o nervosismo era muito, a ansiedade deixava-me palpitante e queria muito poder olhar-te nos olhos.
Podes não saber, mas as tuas palavras já me eram muito importantes.
É estranho sentir que uma pessoa nós pode lançar uma flecha com duas ou três palavras e a partir desse momento…a partir desse momento tudo muda.
Posso dizer que mal conseguia olhar-te nos olhos…sorria sem qualquer motivo, olhava para todos os lados menos para ti e quando os nossos olhos se encontravam lembrava-me sempre das tuas palavras e das doces conversas.
Queria que me achasses tão autêntica como eu te achava, tão mágico e único como eu te via.
O amor não se procura, não se adivinha e não se acha…ele aparece, tal como tu apareceste.
E pensar que eramos bons amigos e nos apaixonámos assim…sem darmos conta.
Quando dei por mim nem queria acreditar…parei por um segundo e sim tive que dizer, em voz baixa , lentamente proferi estas palavras: “sim, eu estou apaixonada!”.
A verdade é essa.
E eu que pensava que sabia tudo, dizia ser dona de mim e dos meus pensamentos, acabei por me sentir frágil e tão vulneral, sentia que afinal o inesperado pregamos partidas mesmo engraçadas.
Viajo no teu sorriso, banho-me no teu perfume, perco-me no teu olhar, entrego-me nas tuas mãos…encantei-me pela pessoa que és, simplesmente apaixonei-me.
Aposto que não sabes como tudo começou…pois então, eu vou-te contar e assim vamos partilhar a nossa história.
(…)
Era uma tarde solarenga, uma daquelas tardes de verão onde se viam imensas pessoas nas esplanadas e crianças na rua a brincar.
Não vou esconder que o nervosismo era muito, a ansiedade deixava-me palpitante e queria muito poder olhar-te nos olhos.
Podes não saber, mas as tuas palavras já me eram muito importantes.
É estranho sentir que uma pessoa nós pode lançar uma flecha com duas ou três palavras e a partir desse momento…a partir desse momento tudo muda.
Posso dizer que mal conseguia olhar-te nos olhos…sorria sem qualquer motivo, olhava para todos os lados menos para ti e quando os nossos olhos se encontravam lembrava-me sempre das tuas palavras e das doces conversas.
Queria que me achasses tão autêntica como eu te achava, tão mágico e único como eu te via.
O amor não se procura, não se adivinha e não se acha…ele aparece, tal como tu apareceste.
E pensar que eramos bons amigos e nos apaixonámos assim…sem darmos conta.
Quando dei por mim nem queria acreditar…parei por um segundo e sim tive que dizer, em voz baixa , lentamente proferi estas palavras: “sim, eu estou apaixonada!”.
A verdade é essa.
E eu que pensava que sabia tudo, dizia ser dona de mim e dos meus pensamentos, acabei por me sentir frágil e tão vulneral, sentia que afinal o inesperado pregamos partidas mesmo engraçadas.
Viajo no teu sorriso, banho-me no teu perfume, perco-me no teu olhar, entrego-me nas tuas mãos…encantei-me pela pessoa que és, simplesmente apaixonei-me.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Poderíamos casar, teríamos um apartamento, tomaríamos café às cinco da tarde, ou talvez um chá, discordaríamos quanto á cor das cortinas, não arrumaríamos a cama diariamente, o frigorífico estaria repleto de cola-cola e tremoços, o armário, de doces e bolachas, adiaríamos o despertador umas trinta vezes, sentar-nos-íamos na sala de pijama e pantufas, sairíamos para jantar fora num dia de chuva e chegaríamos encharcados, beijar-nos-íamos no meio de alguma frase, tu adormecerias com a mão no meu cabelo e eu, ouvindo a tua respiração.
Eu riria sem motivo e tu perguntarias o porquê, eu responderia, porque te amo e contigo sou feliz…
Eu riria sem motivo e tu perguntarias o porquê, eu responderia, porque te amo e contigo sou feliz…
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